Esclareça suas dúvidas e aprofunde seu conhecimento sobre nossas soluções em geração, consumo e
distribuição de energia.
Centro de Operação da Medição
PowerHub
Plataforma Integrada de Medição
Open Energy
Centro de Operação da Medição
A Way2 oferece o outsourcing completo da operação da medição, com serviços
especializados e tecnologia própria — a Plataforma Integrada de Medição (PIM). Isso
inclui a coleta, validação e envio dos dados de medição para CCEE, ONS e EPE, além de
apoio em processos como apuração de curtailment, ultrapassagens de MUST e gestão de
torres anemométricas e solarimétricas.
Usinas eólicas, solares, térmicas, PCHs e outras modalidades de geração centralizada,
tanto em operação quanto em desenvolvimento, especialmente aquelas que precisam cumprir
exigências regulatórias e buscam confiabilidade nos dados de medição.
Sim. A Way2 é parceira estratégica da CCEE, sendo inclusive responsável pelo
desenvolvimento do motor de coleta de dados do SCDE. Esse conhecimento nos posiciona
como referência na gestão de medição para agentes do setor.
Fazemos todo o processo: aquisição, validação, consistência, consolidação,
armazenamento, visualização e entrega dos dados — com rastreabilidade completa e
automações para minimizar erros manuais e riscos regulatórios.
Analisamos os dados utilizados pelo ONS para cobrança de uso do sistema de transmissão.
Reproduzimos os cálculos do SAMUST, avaliamos consistência das medições e, quando
necessário, elaboramos relatórios de contestação com base técnica e documental.
Nossa solução integra o PIM ao módulo SAGER do ONS para automatizar a coleta, validação
e análise dos dados de geração frustrada (constrained-off). Identificamos
inconsistências e apoiamos o cliente na preparação para contestação, com estimativas de
perdas e dashboards detalhados.
Sim. Realizamos a operação completa de torres anemométricas e solarimétricas conforme os
critérios da EPE, incluindo geração de arquivos no formato exigido pelo AMA, gestão de
pendências e relatórios de inconsistência para manutenção preventiva e corretiva.
Sim. Utilizamos alarmes automatizados e atuação proativa do nosso Centro de Operação da
Medição. Sempre que uma anomalia é detectada, analisamos internamente e reportamos ao
cliente com diagnóstico claro e orientação sobre as ações a tomar.
O suporte é prestado durante o horário comercial (8h às 18h, com possibilidade de
extensão até 20h mediante acordo), com atendimento personalizado para usuários
previamente autorizados. A equipe técnica está preparada para resolver dúvidas e apoiar
nas ocorrências identificadas.
Não. Os serviços são modulares e podem ser contratados conforme a necessidade específica
de cada cliente, como apenas o SMF, curtailment ou medições anemométricas. Também é
possível contratar pacotes completos, com integração entre os serviços para ganhos
operacionais.
PowerHub
A PowerHub é uma plataforma que centraliza dados de consumo e faturas de energia em um
só lugar, oferecendo visibilidade, controle e inteligência para apoiar decisões
estratégicas, reduzir custos, eliminar desperdícios e otimizar contratos de energia.
Ela elimina processos manuais, centraliza dados de múltiplas unidades consumidoras,
detecta desvios e desperdícios, automatiza auditorias de faturas e facilita o
monitoramento de consumo em tempo real, ajudando a reduzir penalidades e garantir
previsibilidade financeira.
Sim. A plataforma permite escalar o atendimento de clientes com múltiplas UCs,
automatizar auditorias e relatórios, integrar com CRMs e ERPs via API e oferecer um
portal digital (white label) de alto valor percebido para os clientes finais.
A PowerHub captura automaticamente faturas em PDF dos portais das distribuidoras, extrai
os dados, integra-se com o SCDE/CCEE e realiza telemetria com medidores compatíveis. Os
dados são acessíveis via dashboards, relatórios e APIs REST seguras.
Não necessariamente. A PowerHub integra-se ao SCDE sem hardware para consumidores do
mercado livre. Para monitoramento em tempo real via concessionária, é necessário
instalar um gateway de telemetria fornecido pela Way2, compatível com a Saída Serial do
medidor.
Sim. A PowerHub oferece APIs REST para integração com ERPs, sistemas de pagamento,
gestão de contratos e ferramentas de BI, permitindo a automação de processos e
eliminação de retrabalho.
Com algoritmos de validação, a PowerHub verifica inconsistências, tarifas aplicadas,
consumo, demanda e penalidades. Assim, identifica cobranças indevidas e oportunidades de
economia e adequação contratual.
Sim. A plataforma permite configurar alarmes e metas de consumo, visualizar indicadores
por setor, unidade ou grupo e acompanhar a performance ao longo do tempo, com relatórios
e projeções inteligentes.
A PowerHub é hospedada em ambiente cloud seguro, com redundância e alta disponibilidade.
A Way2 oferece suporte técnico especializado e infraestrutura robusta para garantir
confiabilidade na coleta e gestão dos dados.
PIM (Plataforma Integrada de Medição)
A PIM é uma suíte completa de soluções para a gestão de dados de medição nas
distribuidoras de energia. Ela combina funcionalidades de coleta (MDC) e gestão (MDM) de
dados para faturamento, combate a perdas, qualidade de energia, supervisão de ativos e
conformidade com as exigências regulatórias da ANEEL e CCEE.
Sim. A plataforma é agnóstica a fabricantes e multiprotocolo, o que significa que pode
se integrar com uma ampla base de medidores homologados e sistemas legados, promovendo
interoperabilidade e evitando aprisionamento tecnológico.
Sim, a Plataforma Integrada de Medição é habilitada para coletar e gerenciar dados de
medição de unidades consumidoras do Grupo B, tanto para casos de aplicação de medição
individualizada quanto medição centralizada, através de concentradores. Além disso, há
flexibilidade para coleta dos dados por intermédio do Head-End System do fabricante ou
diretamente do medidor a nível de protocolo proprietário dos equipamentos.
Sim. O PIM está preparado para realizar a coleta passiva Tipo 1 (APIs) e Tipo 2 (Client
SCDE) e também o envio de dados simplificado para o mercado varejista, além de gerar e
enviar arquivos XML e ajustes para a CCEE, com conformidade garantida com as regras do
SMF.
Sim, seguindo nosso compromisso de manter um produto atualizado e alinhado com a
regulação, buscamos sempre antecipar os movimentos de mercado, contribuir com a sua
melhor implementação e priorizar as adequações dos nossos produtos ante as mudanças
regulatórias, em tempo hábil para a segurança dos nossos clientes. O novo método de
envio de dados de medição simplificado para a CCEE, referente aos novos consumidores
varejistas migrados a partir do segundo semestre de 2025 já é suportado pela plataforma.
Sim. A PIM foi desenvolvida para garantir interoperabilidade plena com sistemas
comerciais, operacionais e corporativos das distribuidoras, como SAP, ADMS e planilhas
customizadas. Com uma arquitetura aberta e escalável, a plataforma permite configurar
integrações específicas, adaptando envios e recebimentos às necessidades de cada
operação. Além disso, oferece APIs REST que facilitam a consulta e a incorporação dos
dados de medição em outros sistemas, com segurança garantida por autenticação via
tokens. O monitoramento das integrações é completo, com status, históricos e logs
detalhados, assegurando agilidade, rastreabilidade e performance mesmo em ambientes
complexos.
Sim. O PIM permite modelagens para cálculo de balanço energético e identificação de
perdas não técnicas em diferentes níveis da rede — como fronteiras, subestações e
alimentadores — com dashboards e relatórios automatizados.
Sim. O PIM integra-se ao sistema comercial da distribuidora (como o SAP), possibilitando
a simulação e automatização de faturas a partir da memória de massa, assegurando
consistência e agilidade no processo meter-to-cash.
Sim. A Way2 oferece o Integraflow, uma plataforma que conecta as novas APIs da CCEE para
facilitar os processos de migração para o mercado livre no modo simplificado e garantir
a conformidade regulatória, com dashboards, rastreabilidade e integração nativa ao PIM.
Sim. As soluções da Way2 são periodicamente submetidas a testes de segurança conduzidos
por empresas especializadas, que incluem avaliações de vulnerabilidades e simulações de
ataque (Pentest ou Penetration Test). Esses testes seguem metodologias reconhecidas no
mercado e têm como objetivo garantir a robustez da plataforma, a proteção dos dados e a
conformidade com boas práticas de segurança da informação. Além disso, a Way2 mantém um
processo contínuo de monitoramento e aprimoramento da segurança, refletindo nosso
compromisso em oferecer aos clientes um ambiente confiável e protegido.
Open Energy
A Way2 Tecnologia apoia a construção de um mundo mais digitalizado e sustentável, com a
entrega de tecnologias e soluções aderentes às necessidades do mercado de energia. E
este cenário poderá se concretizar com o Open Energy.
Qualquer agente participante do setor elétrico pode apoiar e incentivar a implantação do
Open Energy, participando de discussões e eventos acerca do assunto, além de solicitar a
atuação dos órgãos reguladores neste processo (Aneel e Ministério de Minas e Energia).
Todos os agentes e players do setor elétrico poderão ser beneficiados com o Open Energy. Uma vez que o movimento vai propiciar o desenvolvimento de novas funcionalidades para o mercado de energia, além de aumentar a competitividade entre as comercializadoras, geradoras e distribuidoras e incentivar soluções mais sustentáveis.
No contexto do Open Energy, a segurança dos dados transacionados precisa ser garantida. E, para isso, é necessário que as informações compartilhadas estejam de acordo com as normas e leis que regem o setor elétrico: principalmente a Resolução Normativa ANEEL 964 e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (lei 13.709/18). Até porque outros serviços vão acabar surgindo com o movimento, a exemplo da portabilidade de dados, que já acontece entre as empresas de internet e telefonia.
Para que o Open Energy se concretize, é necessário o envolvimento das geradoras e comercializadoras de energia, distribuidoras, órgão regulador (Aneel e Ministério de Minas e Energia) e, principalmente, dos consumidores de energia. Pois, eles são quem decidem para onde seus dados de consumo de energia devem ser transacionados.